O PECADO DE DAVI E SUAS CONSEQUÊNCIAS
César Moisés Carvalho
Introdução
Qualquer estudioso da literatura antiga sabe que os reis possuíam seus historiadores ou cronistas particulares, que registravam as guerras e os demais fatos relacionados aos seus soberanos distorcendo a realidade, fazendo “recortes históricos”, ou seja, omitindo tudo aquilo que depusesse contra o reino. Alguém poderia questionar: “E a Bíblia, sendo ela um livro que possui textos daquele período, também não se enquadra nessa categoria de literatura planfetista?” É possível que ocorra o pensamento de que a única segurança que se tem, no caso da Bíblia, é a inspiração, que garante a inerrância e, consequentemente, a sua infalibilidade. Isso por si só bastaria, porém, é preciso reconhecer a verdade de que as pessoas estranhas à fé cristã não respeitam a Palavra de Deus e não a veem como tal. Mas o que faz com que muitas delas acabem reconhecendo que a Bíblia é também um livro sui generis nesse aspecto? O próprio modo de ela apresentar as questões serve como o que se chama em teologia de “testemunho interno” de que é um livro singular e, realmente, a Palavra de Deus. As Escrituras Sagradas não omitem os erros e tragédias dos seus maiores personagens. Até mesmo autores críticos reconhecem essa verdade sendo este um dos principais entraves às suas acusações em relação aos relatos escriturísticos. Particularmente no caso de Davi, autores não-ortodoxos reconhecem a verdade de que ele surge “como um homem verdadeiro, autêntico, no qual podemos nos reconhecer, ao contrário de muitos outros ‘santos’ de vidas piedosas e irreais”.[i]
Como um livro, produzido na mesma época que muitos outros, não segue a mesma linha metodológica e não incide nos mesmos anacronismos ou interpolações propositais das obras com o mesmo cunho? Os autores Andrew E. Hill e J. H. Walton dissertam com propriedade sobre essa questão afirmando que as pesquisas “sugerem que a historiografia do Antigo Oriente Médio raramente queria apresentar a visão objetiva do que realmente aconteceu. Em geral, a propaganda era revestida de história com o fim de beneficiar os poderosos”.[ii] Isso torna difícil a credibilidade e a veracidade do conhecimento acerca das questões históricas que envolvem as civilizações primitivas e antigos impérios.
Inscrições reais geralmente eram documentos interesseiros mediante os quais o rei podia vangloriar de seus feitos, exagerando aspectos positivos, ignorando aspectos negativos e, ocasionalmente, orgulhando-se por realizações do antecessor. Quando o propósito é a auto-exaltação e as recompensas são poder e prestígio, a exatidão se torna insignificante. Assim, os documentos historiográficos do Antigo Oriente Médio devem ser interpretados com muito cuidado para reconstruir o relato preciso dos acontecimentos.[iii]
Mas, e no caso de Davi? Houve ou não campanha publicitária? Se houve, é bom saber que, além de ela ser “mal feita” — pois ressaltava mais os erros que os acertos de Davi —, serviria somente para a posteridade, visto que para as pessoas da época os fatos estavam muito claros e evidentes sendo, portanto, impossível convencê-las do contrário. Se o cronista não era testemunha ocular dos acontecimentos, é possível que tenha ouvido várias versões (algumas pró e outras contra Davi). Como ele decidiu, entre os relatos, qual delas usar? São questões que pesam no momento de considerar a história, porém, no caso do texto bíblico elas são extremamente propícias, dando ao estudioso ainda mais segurança e credibilidade acerca desse livro singular:
Embora a historiografia do Antigo Oriente Médio enfatize, em geral, o rei e seus feitos militares e nacionais, fica claro que as narrativas históricas de Israel são motivadas por interesses teológicos. O propósito desse tipo de literatura é mostrar a maneira pela qual o Senhor age na história para cumprir suas promessas e alcançar seus objetivos. Podemos classificá-la como didática (instrutiva) no sentido que é a revelação de quem Deus é pelo registro do que ele fez. Como a aliança declara a posição especial de Israel, essa ênfase poderia ser considerada de valor publicitário; mas o destaque contínuo ao fracasso e à infidelidade de Israel negam esse propósito para a literatura. Tanto a literatura didática quanto à publicitária são seletivas no que se refere ao registro de fatos e detalhes. A seleção do autor didático será motivada pelo desejo de enfatizar a lição em vista.[iv]
A questão que insiste em nos instigar é: Como o homem segundo o coração de Deus pôde cair? O Eterno não deveria ter evitado a queda de Davi? Não seria melhor que o hagiógrafo tivesse omitido essa parte sombria da história davídica? Qual é a lição que o autor sacro quer nos passar, revelando um erro — seguido de um plano macabro — que provoca asco no pior dos mortais? Para responder satisfatoriamente a essa questão, é preciso entender a intenção da literatura que está sendo considerada. Diferentemente de outros textos antigos que têm, como já foi mencionado, a intenção de inflar ou supervalorizar os pequenos feitos e omitir os erros de seus soberanos, o Antigo Testamento possui finalidades bastante distintas. Como anteriormente abordado no capítulo 4, ao lidar com a interpretação de material veterotestamentário, é preciso considerar a questão teológica envolvida em toda a narrativa. Assim, o propósito dos “Profetas Anteriores” não é meramente relatar os feitos dos reis, mas é “parte estratégica da auto-revelação de Deus”. Em outras palavras, é um grande equívoco acompanhar a tendência atual de achar que as narrativas históricas do Antigo Testamento são padrões para nossa inspiração e modelo. “Pelo contrário, como auto-revelação divina, sua intenção é transmitir instrução e conhecimento sobre Deus. A mensagem é transmitida não só por meio de narrativas isoladas, mas mediante padrões e ciclos da história descrita geração após geração”.[v] Walton e Hill dissertam o seguinte ainda sobre esse assunto:
Alguns leitores tendem a procurar novos discernimentos e lições em cada relato. No entanto, em vez de buscar “ensinamentos com fundamento na vida de Asa” ou “ensinamentos com base na vida de Saul”, o texto sempre indica padrões e temas que compõem a trama histórica formando a imagem do Deus soberano da aliança. A importância de cada episódio é a contribuição para formar a tela; isoladamente, ele tem pouco valor. A qualidade da cor não possui valor inerente, mas a função na trama ajuda a dar dimensão e nuança. Diante disso, devemos abordar as narrativas por meio do contexto e colocar Deus no centro.[vi]
Apesar dessa verdade, não se pode perder de vista aquilo que foi abordado no capítulo 4 acerca da interação humana com o divino, ou seja, de que não somos meros fantoches no drama existencial, pois isso faria de Deus o autor até mesmo de nossos pecados e falhas. Sei perfeitamente que não vou resolver o problema da “compatibilidade pacífica” ou coexistência entre livre-arbítrio e soberania divina, porém não posso deixar de reconhecer que ambas existem e são reais. Em outras palavras, uma “leitura justa de um texto aceito como fazendo parte da Bíblia deve levar em conta dois elementos: a história é feita por seres humanos, mas é também determinada por Deus”.[vii] Vogels afirma que todos “os povos do antigo Oriente Próximo consideravam que os deuses estavam intimamente ligados aos acontecimentos de sua vida e de sua história” e, portanto, tal perspectiva “da história não é privilégio de Israel”.[viii] Algo que também concordo, porém, com uma ressalva: diferentemente de todos, os judeus não partiam do princípio de que tudo já estava determinado, antes, como já foi discutido no capítulo 4, eles acreditavam no progresso e viam o futuro como um tempo de possibilidade e algo a ser construído por eles e o Eterno Deus. Repito: se o mundo ocidental tem uma história que se divide em antes e depois de Cristo, se acreditamos que o amanhã pode ser melhor que hoje ou, no mínimo, diferente, é porque a revelação rompeu a gigantesca roda etérea do tempo, proporcionando esperança para o amanhã.
Voltemos então ao caso que está sendo considerado. Alguns críticos se apressam ao citar o primeiro livro das Crônicas como um tratado que não relata o pecado de Davi com Bate-Seba, sendo, portanto, um material publicitário que comete o mesmo erro dos cronistas reais de outros monarcas do período do mundo antigo. Eles se esquecem de considerar algo fundamental, que é o propósito do livro. De “[...] autoria desconhecida”, o propósito de Crônicas “é apresentar a história da perspectiva da dinastia davídica”.[ix] Apesar disso, é importante, uma vez mais, insistir na categoria literária do material e não meramente em seu título:
Às vezes a narrativa omite alguns fatos que poderiam ser embaraçosos para Davi e sua dinastia — o caso com Bate-Seba é o exemplo mais evidente — mais tais omissões não necessariamente implicam em que o cronista seja fanaticamente leal a Davi, reescrevendo a história de modo que se conforme ao partido davídico. Há incidentes suficientemente embaraçosos para se destacar tal opinião. Na verdade, 1 Crônicas é uma história que evita as repetições de fatos de Davi que foram fundamentais para a intenção peculiar do cronista. Ele está primeiramente interessado em realçar os aspectos do culto no reino de Davi; ou seja, mostrar que o rei messiânico também exerce a função de sacerdote ungido de Yahweh. Nesse caso, o cronista é mais um teólogo do que um contador de histórias.[x] Interessa-se mais pelo significado do reino de Davi do que pelos processos políticos e militares que possibilitaram o seu estabelecimento.[xi]
Este é o ponto: a teologia do Antigo Testamento. Mesmo reconhecendo que tal assunto já se tornou recorrente em meus textos, não canso de enfatizar esse aspecto, pois é algo relevante quando se trata de interpretação bíblica. Merrill, citando James D. Newsome, “afirma que o elemento profético é forte no livro das Crônicas, servindo para ligar o culto com a monarquia, provendo um caminho para a reinstituição da adoração no templo pós-exílico e restauração da casa de Davi”.[xii] O objetivo do livro é a chave e elemento fundamental para sua correta interpretação. Assim, pensando em mostrar a grande diferença entre o cronista sacro e o profano, Merrill defende que o primeiro tem um propósito muito “claro desde o princípio, pois não faz referência à juventude de Davi ou à sua unção, fatos bem conhecidos.” Em vez de iniciar a narrativa davídica cronologicamente, ele “inicia com a história da partida dos israelitas a Hebrom para constituir Davi rei. Não há sequer uma palavra acerca dos sete anos de intervalo entre a morte de Saul e a ascensão de Davi”.[xiii] Qual é a visão do cronista? “Vendo a ascensão como um fait accompli,[xiv] o historiador enfatiza apenas que foi Yahewh quem permitiu a morte de Saul e concedeu o reino a Davi (1 Cr 10.14)”.[xv]
Pode ser que ainda haja dúvidas infundadas sobre as reais motivações do cronista, entretanto, mesmo o narrador do segundo livro que traz o nome de Samuel, o qual enfatiza os erros de Davi e faz — no sentido que comumente se pensa acerca dos historiadores reais — uma “péssima publicidade” acerca do “homem segundo o coração de Deus”, ressalta os aspectos positivos do seu reinado, fazendo com que Davi seja alguém comum, mas que possuía um diferencial: fé em Deus. Em outras palavras, “[...] Davi não recebe tratamento especial no texto”. Aliás, uma visão lúcida sobre o material mostrará exatamente o oposto:
Incidentes envolvendo engano, insensatez e até massacre de civis permeiam as narrativas de 1Samuel 21—2Samuel 3. Logo, não há razão para suspeitar que o narrador tenha interpretado o texto para favorecer Davi. Pelo contrário, demonstrou que Davi foi legitimamente nomeado para o trono pelo Senhor, levando inexoravelmente ao estabelecimento da aliança davídica.[xvi]
A argumentação deste texto será totalmente voltada para um triste e sombrio episódio da vida de Davi: o adultério que deu origem à mentira que gerou o plano macabro e culminou com a encomenda de um assassinato covarde. Os demais erros do “homem segundo o coração de Deus” não serão considerados por uma série de motivos. Já a Aliança Davídica, que foi mencionada no último trecho citado da obra de Walton e Hill, receberá especial atenção no capítulo 12.
O Pecado e seu Domínio
Infelizmente, para o questionamento do porquê de Davi ter pecado, a resposta é simples e, ao mesmo tempo, complexa: Ele pecou exatamente porque é um ser humano. Por ocasião da dedicação do Templo, o homem mais sábio que já existiu, em oração, assim se expressou ao Eterno Deus: “Quando tiverem pecado contra ti — pois não há pessoa alguma que não peque [...]” (1 Rs 8.46 – BJ[xvii]). Palavra semelhante é repetida pelo apóstolo João, quando ele diz: “Se dissermos que não temos pecado, enganamo-nos a nós mesmos, e não há verdade em nós. [...] Se dissermos que não pecamos, fazemo-lo mentiroso” (1 Jo 1.8,10). Por que dizer que não pecamos equivale a chamar Deus de mentiroso? Porque “não há pessoa alguma que não peque”. Mesmo sendo o “homem segundo o coração de Deus”, ele não possuía uma natureza divina assim como Jesus Cristo que, apesar de ser chamado de “Filho de Davi” — por sua ascendência ou natureza humana —, era Deus e, portanto, não sujeito a pecar (Hb 4.15; 1 Pe 2.21,22). Ser um “homem de Deus” (2 Cr 8.14), como Davi o era, infelizmente não significa invulnerabilidade ou imunidade em relação ao pecado. Talvez nisso resida o problema de muitas pessoas que se espelham em outras. Quando seus referenciais fracassam, elas igualmente perdem a fé, pois caíram na ilusão de acreditar que existe alguém perfeito.
A doutrina do pecado ou hamartiologia é um dos grandes ensinamentos que precisa ser resgatado nos dias atuais. Saber que todos nós fomos afetados pela realidade do pecado, que por meio de um ato único entrou no mundo e, consequentemente, no seio da humanidade (Gn 3; Rm 3.9; 5.12), é muito importante, pois mostra que sua universalidade é algo que só pode ser resolvido com também um único ato universal (Rm 5.18,19). O pecado é, por definição, um desvirtuamento do propósito original de Deus para o homem, pois o “sentido básico da palavra é o de errar um alvo ou um caminho”.[xviii] Justo Gonzalez afirma que todo “ser é criado por Deus e é bom. O mal é a corrupção do bem, e sua origem deve ser atribuída a um ser que é bom em si mesmo, mas que é capaz de praticar o mal. Somente assim alguém pode alegar que Deus é o criador de todas as coisas, mas não é o autor do mal”.[xix] Assim, Adão, o primeiro homem, antes de pecar, como disserta Elienai Cabral, “possuía um corpo e um espírito (e alma) perfeitamente adequados um ao outro. Não havia conflito entre os impulsos pessoais e os espirituais. Era um tipo de perfeição física e espiritual, mas não era uma perfeição absoluta, e sim relativa e provisória (Gn 3.22)”.[xx] Mesmo porque ele era humano, e não um semideus ou um “deus menor”. Como muitos outros autores, Gonzalez enfatiza a Queda:
Antes da queda, Adão usufruía de vários dons, dentre os quais aquele livre-arbítrio que, [...], dava a ele o poder de não pecar (posse non peccare), bem como o poder para pecar (posse peccare). Adão não tinha o dom completo da perseverança, isto é, o dom de ser incapaz de pecar (non posse peccare), mas ele tinha o dom de ser capaz de perseverar no bem, o poder para não pecar.
Mas a queda veio mudar a questão. O pecado de Adão foi seu orgulho e incredulidade, os quais o levaram a fazer mau uso da árvore boa que Deus plantara no jardim. Como conseqüência desse pecado, Adão perdeu a possibilidade de viver para sempre, seu conhecimento especial, e seu poder para não pecar. Depois da queda, ele ainda era livre, mas tinha perdido o dom da graça que o capacitava a não pecar; era livre, pois, somente para pecar.[xxi]
A despeito de ser diferente o tratamento que se dá ao pecado nas duas Alianças ou Testamentos, não se pode esquecer que ele, em si, é igual. Ou seja, ele é o mesmo, pois a graça não afeta em nada a sua natureza maligna. Ele continua com toda a sua vileza e é sempre algo indesejável com o qual, infelizmente, temos de lidar. E, por mais paradoxal que pareça, foi exatamente o fato de o casal progenitor possuir livre-arbítrio ou vontade própria, algo que é respeitado por Deus, que proporcionou as condições para que pecasse. O desafio reside justamente no que Deus falou a Caim: “E, se não fizeres bem, o pecado jaz à porta, e para ti será o seu desejo” (Gn 4.7b). Davi não pecou por ser o “homem segundo o coração de Deus”, mas apesar de sê-lo. Muitos talvez desconheçam o que significa pecado residente ou pecaminosidade latente, entretanto, tal estado ou disposição inata predispõe o ser humano ao erro. É bom dizer que a ação é uma atitude voluntária e deliberada do agente humano, nunca uma espécie de êxtase que leva alguém a cometer determinadas práticas pecaminosas sem que a própria pessoa queira. A saída, no contexto neotestamentário, é uma só: aceitar a Cristo e saber que existe um Advogado (Defensor) junto de Deus, o qual intercede por aqueles que o aceitaram (1 Jo 2.1,2).
[i] VOGELS, Walter. Davi e sua história. 1 Samuel 16,1―1 Reis 2,11. 1.ed. São Paulo: Loyola, 2007, p. 11.
[ii] HILL, Andrew E.; WALTON, J. H. Panorama do Antigo Testamento. 1.ed. São Paulo: Vida, 2007, p. 190.
[iii] Ibid., p. 190, 191.
[iv] Ibid., p. 191.
[v] Ibid., p. 191, 192.
[vi] Ibid., p. 192.
[vii] VOGELS, Walter. Davi e sua história. 1 Samuel 16,1―1 Reis 2,11. 1.ed. São Paulo: Loyola, 2007, p. 29.
[viii] Ibid., p. 29.
[ix] MERRILL, Eugene. História de Israel no Antigo Testamento. O reino de sacerdotes que Deus colocou entre as nações. 7.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2008, p. 244.
[x] Alguns autores, como Vogels, por exemplo, têm outra linha de pensamento, e defendem que os textos sobre Davi devem ser considerados como “história e teologia”. Assim, temos “então uma história profética ou uma história teocrática”. Ibid., p. 29.
[xi] MERRILL, Eugene. História de Israel no Antigo Testamento. O reino de sacerdotes que Deus colocou entre as nações. 7.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2008, p. 245.
[xii] (“Toward a New Understanding of the Chonicler and His Purposes”, JBL 94 [1975]: 216) – Nota do autor, p. 245.
[xiii] Ascensão aqui se refere ao episódio que relata Davi assumindo a totalidade de Israel (2 Sm 5.5b), não considerando os sete anos e meio em que reinou apenas sobre Judá (2 Sm 5.5a).
[xiv] Inglês: Fato consumado.
[xv] Ibid., p. 245.
[xvi] HILL, Andrew E.; WALTON, J. H. Panorama do Antigo Testamento. 1.ed. São Paulo: Vida, 2007, p. 235.
[xvii] Bíblia de Jerusalém. Edição revista e ampliada. São Paulo: Paulus, 2008.
[xviii] ARCHER, Gleason L.; HARRIS, R. Laird; WALTKE, Bruce K. Dicionário internacional de teologia do Antigo Testamento. 1.ed. São Paulo: Vida Nova, 1998, p. 450.
[xix] GONZALEZ, Justo L. Uma história do pensamento cristão. 1.ed. São Paulo: Cultura Cristã, 2004, p. 41,42.
[xx] CABRAL, Elienai. Hamartiologia — A Doutrina do Pecado In: GILBERTO, Antonio (Ed.). Teologia sistemática pentecostal. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2008, p. 307.
[xxi] GONZALEZ, Justo L. Uma história do pensamento cristão. 1.ed. São Paulo: Cultura Cristã, 2004, p. 43.




